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Calvície / Classificação

Classificação

Graus de Calvície

Tipo I

O primeiro e quase imperceptível dos graus de calvície são as das ‘entradas’, presentes na parte superior da testa. É muito comum com o avanço da idade, principalmente após os 40 anos e geralmente não necessita de nenhum tipo de intervenção. No restante da cabeça, não há rarefações (baixo volume).

 

Tipo II

Mais acentuada que a primeira, mas também pouco perceptível. Aqui pode iniciar o desejo de um transplante capilar. As entradas na parte superior da cabeça começam a ficar mais acentuadas, mas ainda não comprometem as demais áreas do couro cabeludo. Geralmente é nesta situação, quando o indivíduo ainda é jovem, que começam a apresentar sinais de que a calvície pode chegar até o último grau ao longo dos anos.

 

Tipo III

Aqui há perda acentuada principalmente na parte superior da testa, com algumas rarefações se estendendo por outros locais do couro cabeludo. Neste ponto os tratamentos e implantes já podem ser feitos, evitando a progressão da calvície. Se o indivíduo conta com pai, mãe ou até mesmo avôs calvos, precisa ficar atento para a progressão. Este é um dos principais graus de calvície que deverão ser atentos, pois pode ser a hora do 8 ou 80.

 

Tipo IV

A partir deste grau o quadro é um pouco mais complicado que os anteriores. Isto porque geralmente não há mais fios próximos a testa, com entradas agudas, contando apenas com o cabelo que fica na parte superior da cabeça. Contudo, as primeiras formações calvas no topo do couro cabeludo (aquela região que muitos denominam de coroa) começam a surgir. Aqui, o implante capilar já se faz necessário em grande parte dos casos.

 

Tipo V

Basicamente este grau é um avanço do tipo IV, visto que as áreas se tornam maiores com a medida do tempo. Dificilmente aparece antes dos 30 anos na maioria dos indivíduos, mas pode ser precoce para variadas pessoas. É caracterizada pela ligação entre duas regiões sem cabelo: a parte frontal da testa e o topo do couro cabeludo. Implante, novamente, é a solução, visto que tratamentos já não têm ação contundente neste caso.

 

Tipo VI

Apenas a região externa da cabeça, que liga as duas orelhas, circundando a base do couro cabeludo, ainda contém fios. Esse grau é extremamente avançado e geralmente ocorre a partir dos 40 anos, com mais incidência a partir dos 50. O tratamento aqui é apenas para manter os cabelos e pode ser um aliado para o implante, maturando e deixando saudáveis os fios que ainda restam.

 

Tipo VII

O último tipo é aquele onde há uma fileira estreita de cabelos que cobre menos de 20% de todo o couro cabeludo. O avanço da calvície dá base para a região externa se acentua e poucos fios ainda se mantêm na cabeça. Neste grau, apenas tratamentos específicos podem contribuir para que o implante tenha resultados satisfatórios.

 


 

A escala de Ludwig é uma ferramenta utilizada para avaliar a alopecia androgenética feminina. Ela foi desenvolvida pelo Dr. Erich Ludwig na década de 70, com o objetivo de medir a progressão da perda de cabelo em mulheres .


Aqui estão os detalhes sobre a escala de Ludwig e como ela classifica a alopecia feminina:

  1. Grau Leve: Nesse estágio, ocorre um ligeiro alargamento da linha do cabelo.
  2. Grau Moderado: Já há um alargamento perceptível da linha do cabelo.
  3. Grau Severo: A perda de densidade capilar é muito acentuada em toda a região frontoparietal.

É importante lembrar que a alopecia feminina pode ser causada por diversos fatores, incluindo mudanças hormonais, tratamentos capilares agressivos, puxões ao desembaraçar o cabelo, uso de penteados apertados e até mesmo deficiências nutricionais. Consultar um dermatologista é fundamental para avaliar o risco de calvície e definir a abordagem mais adequada para cada caso.

 

 




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